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Economia

Dólar fecha em queda e atinge menor valor em um mês

Por Redação Portal Digital 08/09/2026 às 21:01 2 min de leitura
Dólar fecha em queda e atinge menor valor em um mês

O mercado financeiro brasileiro registrou movimentação positiva nesta terça-feira, com o dólar apresentando forte recuo e atingindo seu menor valor desde o início de agosto. A moeda americana fechou o pregão cotado a R$ 5,089, representando uma queda de 0,79% em relação ao dia anterior. Durante a sessão, a divisa oscilou entre R$ 5,1289 na máxima e R$ 5,0713 na mínima, acompanhando a movimentação dos ativos domésticos e o cenário externo favorável às economias emergentes.

A performance positiva da moeda reflete ganhos mais amplos acumulados ao longo do ano. No período de 2026, o dólar acumula queda de 7,28%, enquanto nos primeiros cinco pregões de setembro a desvalorização chega a 1,82%, revertendo parte da alta de 2,16% registrada em agosto. No mesmo dia, a bolsa de valores brasileira também se beneficiou do cenário favorável, com o Ibovespa avançando 1,20% e atingindo 187.366,84 pontos, o maior nível desde maio. O volume de negociações na B3 somou R$ 29,76 bilhões.

A valorização dos ativos brasileiros foi impulsionada principalmente pela alta do petróleo no mercado internacional, motivada pelas tensões no Oriente Médio e ataques a instalações energéticas na Arábia Saudita. O barril de petróleo Brent, referência global, avançou 0,9% e fechou a US$ 97,92, enquanto o WTI subiu 1,7% para US$ 93,03. Os papéis da Petrobras, mais negociados no Ibovespa, acompanharam essa tendência, com as ações preferenciais subindo 2,08% e as ordinárias valorizando-se 2,36%.

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Apesar da escalada nos preços do petróleo, os ganhos foram parcialmente contidos pelas preocupações com os efeitos dos combustíveis mais caros sobre a inflação, juros e crescimento econômico global. A região do Estreito de Ormuz, por onde passa aproximadamente 20% do abastecimento mundial de petróleo, permanece como foco das atenções do mercado. No cenário mais positivo, investidores estrangeiros continuam apostando no mercado brasileiro, com entrada líquida de capital externo de R$ 3,9 bilhões nos três primeiros pregões de setembro.

Com informações de Agência Brasil — fonte original.

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