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Ministro Padilha aciona Justiça contra revista Veja por publicação considerada falsa sobre Lula

Por Redação Portal Digital 10/10/2026 às 15:49 2 min de leitura
Ministro Padilha aciona Justiça contra revista Veja por publicação considerada falsa sobre Lula

O ministro da Saúde Alexandre Padilha, representado pela Advocacia-Geral da União, enviou notificação extrajudicial à revista Veja solicitando o direito de resposta sobre uma matéria publicada na última sexta-feira. A reportagem, assinada por Robson Bonin, alegava que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro teria prestado depoimento mencionando financiamento de um documentário sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ação questiona o timing da divulgação, ocorrida poucos dias antes do segundo turno das eleições presidenciais.

A Polícia Federal desmentiu prontamente as informações contidas na reportagem. Em nota oficial, a corporação esclareceu que Daniel Vorcaro não prestou o depoimento descrito na matéria, nem entregou documentos ou informações com esse conteúdo. A defesa de Padilha argumenta que as alegações associando o presidente e o ministro a supostos recursos financeiros carecem de fundamentação e contradizem manifestações de órgãos do Estado, incluindo a própria defesa de Vorcaro.

O advogado do ex-banqueiro, Daniel Bialski, confirmou desconhecimento sobre qualquer financiamento dessa natureza. Bialski afirmou não ter acesso a documentos que comprovem tal transação e garantiu que seu cliente nunca mencionou esse assunto. Ele ressaltou ainda não ter tido a oportunidade de acompanhar as primeiras propostas de colaboração com as autoridades.

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O grupo de juristas Prerrogativas solicitou à Polícia Federal a realização de perícia no áudio também divulgado pela revista. Segundo o grupo, existem suspeitas de adulteração mediante inteligência artificial, com objetivo de interferir no processo eleitoral. Prerrogativas destaca que faltam informações básicas sobre quando, onde e em quais circunstâncias o áudio teria sido gravado, alertando que, se confirmada a fraude, os responsáveis poderão responder por crimes eleitorais.

Com informações de Agência Brasil — fonte original.

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