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Quaest: Lula tem 42% e Flávio Bolsonaro 41% em Simulação de 2º Turno

Por Redação Portal Digital 03/09/2026 às 09:01 4 min de leitura
Quaest: Lula tem 42% e Flávio Bolsonaro 41% em Simulação de 2º Turno

A nova Pesquisa Quaest 2026, divulgada nesta quarta-feira (2), apresenta cinco simulações de segundo turno para a eleição presidencial. Em um dos cenários, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 42% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 41%.

A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro do levantamento, de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Por isso, o resultado caracteriza um empate técnico entre os dois candidatos.

Na pesquisa anterior, divulgada em 14 de agosto, Lula tinha 43%, enquanto Flávio Bolsonaro aparecia com 40%. As alterações ocorreram dentro da margem de erro.

A pesquisa foi encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo e ouviu 2.004 eleitores entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro.

Cinco cenários de segundo turno

O levantamento apresenta cinco possíveis disputas para uma eventual segunda etapa da eleição presidencial.

Além de Flávio Bolsonaro, os cenários incluem Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo).

Confira os resultados:

Lula x Flávio Bolsonaro

  • Lula (PT): 42%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 41%
  • Branco/nulo/não vai votar: 13%
  • Indecisos: 4%

Nesse cenário, a diferença entre os dois candidatos é de apenas um ponto percentual, dentro da margem de erro da pesquisa.

Lula x Ronaldo Caiado

  • Lula (PT): 42%
  • Ronaldo Caiado (PSD): 37%
  • Branco/nulo/não vai votar: 17%
  • Indecisos: 4%

O levantamento aponta vantagem de cinco pontos percentuais para Lula nesse cenário.

Lula x Augusto Cury

  • Lula (PT): 40%
  • Augusto Cury (Avante): 34%
  • Branco/nulo/não vai votar: 21%
  • Indecisos: 5%

Esta é a primeira vez que a Quaest inclui Augusto Cury em uma simulação de segundo turno contra Lula.

Lula x Renan Santos

  • Lula (PT): 43%
  • Renan Santos (Missão): 36%
  • Branco/nulo/não vai votar: 17%
  • Indecisos: 4%

Nesse cenário, Lula aparece sete pontos percentuais à frente.

Lula x Romeu Zema

  • Lula (PT): 44%
  • Romeu Zema (Novo): 33%
  • Branco/nulo/não vai votar: 19%
  • Indecisos: 4%

A maior diferença entre Lula e um adversário nas cinco simulações aparece nesse cenário, com 11 pontos percentuais.

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INTERATIV- MEIO MATERIA

Lula aparece à frente nos outros quatro cenários

Embora a disputa contra Flávio Bolsonaro apareça tecnicamente empatada, Lula registra vantagem numérica nas outras quatro simulações apresentadas pela Quaest.

Contra Ronaldo Caiado, o presidente aparece com 42%, ante 37%. Já contra Augusto Cury, Lula marca 40%, enquanto o escritor tem 34%.

No cenário com Renan Santos, Lula chega a 43%, contra 36%. Por fim, diante de Romeu Zema, o presidente registra 44%, enquanto o governador de Minas Gerais aparece com 33%.

Os resultados representam o cenário encontrado no momento da pesquisa e não constituem previsão do resultado da eleição.

Pesquisa ouviu 2.004 eleitores

A pesquisa Quaest foi realizada entre 30 de agosto e 1º de setembro de 2026, com 2.004 eleitores.

O levantamento possui margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.

O registro da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral é BR-07065/2026.

O que significa empate técnico?

Quando dois candidatos apresentam resultados cuja diferença está dentro da margem de erro da pesquisa, não é possível afirmar, estatisticamente, que um deles esteja à frente de forma isolada.

No caso de Lula e Flávio Bolsonaro, a diferença registrada é de apenas um ponto percentual, enquanto a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

Por isso, o resultado é classificado como empate técnico.

Cenários ainda podem mudar até a eleição

As pesquisas eleitorais representam um retrato das preferências dos eleitores no período em que as entrevistas foram realizadas. Ao longo da campanha, mudanças no cenário político, debates, propostas, alianças e acontecimentos podem alterar as intenções de voto.

Por isso, os números devem ser analisados considerando a metodologia, a margem de erro e a data de realização do levantamento.

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