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Economia

Moeda americana recua e bolsa fecha em alta neste fim de setembro

Por Redação Portal Digital 01/10/2026 às 04:01 2 min de leitura
Moeda americana recua e bolsa fecha em alta neste fim de setembro

O mercado financeiro brasileiro encerrou a quarta-feira em clima de otimismo, com a moeda americana recuando 0,76% e fechando cotada a R$ 5,174. O resultado reflete um alívio global nos mercados financeiros, especialmente após a divulgação de números de inflação dos Estados Unidos abaixo das projeções dos analistas. No acumulado de setembro, a queda chega a 0,15%, enquanto no ano a moeda já acumula uma desvalorização de 5,75%.

A bolsa brasileira acompanhou o movimento positivo internacional, com o Ibovespa registrando alta de 1,37% no pregão, encerrando em 186.340,46 pontos. No mês de setembro, o índice de referência da B3 avançou 5,03%, consolidando um terceiro trimestre ainda mais forte, com valorização de 8,32%. Os principais ganhos vieram de ações de instituições financeiras e empresas ligadas ao mercado doméstico. O retorno de investidores estrangeiros também impulsionou os ganhos, com entrada líquida de R$ 9,569 bilhões até 28 de setembro no mercado acionário brasileiro.

A queda nas expectativas de novos aumentos de juros pelo banco central americano, após dados de inflação mais moderados que o esperado, reforçou o apetite por ativos de risco. No cenário local, o contexto eleitoral também permaneceu no radar dos investidores, influenciando a formação das taxas de câmbio do fim de mês. O cenário internacional favorável contrastou com o desempenho do mês anterior, quando investidores externos haviam retirado R$ 18,1 bilhões do mercado.

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O petróleo também fechou em alta, com o barril Brent para dezembro subindo 1,94% para US$ 98,03 e o WTI para novembro avançando 1,16% para US$ 90,42. As tensões persistentes no Oriente Médio mantêm os mercados em alerta, especialmente com relatos de incidentes no Estreito de Ormuz. Apesar das preocupações geopolíticas, os grandes produtores têm conseguido contornar possíveis bloqueios através de rotas alternativas, impedindo uma escalada maior nos preços.

Com informações de Agência Brasil — fonte original.

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