A Pesquisa BTG/Nexus 2026, divulgada nesta segunda-feira (27), aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da disputa pelo primeiro turno das eleições presidenciais, com 42% das intenções de voto. O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece em segundo lugar, com 33%.
De acordo com o levantamento, a vantagem de Lula aumentou em relação à pesquisa anterior, divulgada em 13 de julho. Na ocasião, o petista tinha 40% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registrava 34%.
Com os novos números, a diferença entre os dois candidatos passou de 6 para 9 pontos percentuais.
Pesquisa BTG/Nexus mostra disputa pelo primeiro turno
Na pesquisa divulgada em 29 de junho, Lula aparecia com 42% das intenções de voto, contra 34% de Flávio Bolsonaro. Naquele momento, a vantagem era de 8 pontos percentuais.
Já no levantamento de 13 de julho, o cenário indicava uma diferença de 6 pontos. Agora, segundo a Pesquisa BTG/Nexus 2026, Lula oscilou positivamente dois pontos, enquanto Flávio Bolsonaro oscilou negativamente um ponto.
Os demais nomes aparecem mais distantes na disputa.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) tem 6% das intenções de voto. O ativista Renan Santos (Missão) aparece com 5%, enquanto o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) registra 3%.
Considerando a margem de erro do levantamento, Caiado e Renan Santos estão tecnicamente empatados.
Levantamento ouviu mais de 2 mil pessoas
A pesquisa foi realizada pela Nexus e ouviu 2.004 entrevistados com 16 anos ou mais, por meio de entrevistas telefônicas realizadas entre os dias 24 e 26 de julho.
A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Isso significa que os percentuais apresentados devem ser interpretados considerando a margem de erro informada pela pesquisa. Assim, pequenas diferenças entre candidatos podem não representar uma vantagem estatisticamente significativa.
Cenário eleitoral pode mudar até a votação
Os números apresentados pela Pesquisa BTG/Nexus 2026 refletem o cenário de intenções de voto no período em que as entrevistas foram realizadas.
A disputa eleitoral ainda está sujeita a mudanças ao longo do processo, conforme a movimentação das campanhas, alianças políticas e demais acontecimentos que podem influenciar a decisão dos eleitores.








