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Pesquisa BTG/Nexus: Lula tem 39%, Flávio Bolsonaro 35% e Augusto Cury 9% no 1º Turno

Por Redação Portal Digital 08/09/2026 às 09:15 4 min de leitura
Pesquisa BTG/Nexus: Lula tem 39%, Flávio Bolsonaro 35% e Augusto Cury 9% no 1º Turno

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança das intenções de voto para o primeiro turno das eleições de 2026, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta terça-feira (8).

O levantamento aponta Lula com 39% das intenções de voto, mesmo percentual registrado na pesquisa anterior, realizada em 31 de agosto.

Na segunda colocação está o senador Flávio Bolsonaro (PL), que passou de 33% para 35%. Com isso, a diferença entre os dois candidatos caiu para quatro pontos percentuais.

O escritor Augusto Cury (Avante) aparece em terceiro lugar, com 9%. Na pesquisa anterior, ele tinha 11%.

Veja os resultados da pesquisa BTG/Nexus

Os números apresentados pelo levantamento são:

  • Lula (PT): 39%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 35%
  • Augusto Cury (Avante): 9%
  • Ronaldo Caiado (PSD): 4%
  • Renan Santos (Missão): 4%
  • Romeu Zema (Novo): 1%
  • Brancos e nulos: 3%
  • Não sabem ou não responderam: 2%

Caiado e Renan Santos aparecem empatados com 4% das intenções de voto.

Diferença entre Lula e Flávio Bolsonaro oscilou nos últimos meses

A pesquisa também permite acompanhar a evolução da vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro nos levantamentos anteriores.

Em 29 de junho, a diferença era de oito pontos percentuais. Depois, passou para seis pontos em 13 de julho e chegou a nove pontos em 27 de julho.

A vantagem do presidente oscilou novamente em agosto, chegando a quatro pontos no dia 3, cinco pontos no dia 10, mantendo-se em cinco no dia 17 e caindo para quatro no dia 24.

Em 31 de agosto, a diferença voltou a seis pontos. Já no levantamento divulgado em 8 de setembro, caiu novamente para quatro pontos percentuais.

Diferenças aparecem entre eleitores evangélicos e católicos

O levantamento também analisou as intenções de voto de acordo com a religião declarada pelos entrevistados.

Entre os eleitores evangélicos, Flávio Bolsonaro aparece com 45%, enquanto Lula registra 35%.

Entre os católicos, o cenário se inverte: Lula tem 43% das intenções de voto, contra 31% de Flávio.

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A pesquisa também identificou diferenças de acordo com gênero e renda.

Entre as mulheres, Lula aparece com 43%, contra 31% de Flávio. Entre os homens, Flávio registra 39%, enquanto Lula tem 35%.

Entre eleitores que recebem até um salário mínimo, Lula chega a 46%. Já entre aqueles com renda superior a cinco salários mínimos, Flávio aparece com 39%, contra 33% de Lula.

Maioria dos eleitores afirma ter certeza do voto

Outro ponto analisado pela pesquisa foi a possibilidade de mudança de voto.

Segundo o levantamento, 81% dos entrevistados afirmam ter certeza da escolha para o primeiro turno, enquanto 17% dizem que ainda podem mudar de candidato.

A maior taxa de certeza aparece entre os eleitores de Lula, com 91%. Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro, o índice é de 84%.

No caso de Romeu Zema, 42% afirmam ter certeza do voto, enquanto 57% dizem que podem mudar de escolha.

Entre os eleitores que admitem a possibilidade de mudar de voto, Augusto Cury aparece como segunda opção de 20%. Flávio Bolsonaro é citado por 17%, Ronaldo Caiado por 12% e Lula por 10%.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.002 eleitores com 16 anos ou mais, por telefone, entre os dias 4 e 7 de agosto.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-06790/2026.

Pesquisa mostra cenário ainda sujeito a mudanças

Os resultados indicam liderança de Lula no primeiro turno, seguido por Flávio Bolsonaro e Augusto Cury. A diferença entre os dois primeiros colocados, entretanto, oscilou nos levantamentos realizados ao longo dos últimos meses.

A pesquisa também mostra que uma parcela dos eleitores ainda admite mudar de escolha até o primeiro turno, o que mantém o cenário eleitoral sujeito a alterações durante o período que antecede a votação.

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