Três décadas de vanguarda no Cais da Alfândega
O Rec-Beat, festival que é sinônimo de novas sonoridades e resistência cultural, celebra em 2026 uma marca impressionante: 30 anos de história. Reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Recife, o evento confirmou nesta terça-feira (27/01) os primeiros nomes que subirão ao palco no Bairro do Recife.
A curadoria, comandada por Antonio Gutierrez, mantém sua essência de descobrir talentos e promover o diálogo entre o local e o global.
As primeiras atrações
NandaTsunami (Brasil)
Revelação do rap nacional, a MC mistura o peso do funk mandelão com o trap, afrobeat e house. Seu álbum mais recente, “É disso que eu me alimento”, traz uma narrativa potente sobre a identidade e os afetos de uma mulher intensa. É a força do hip hop contemporâneo desembarcando no palco do Cais.
Ghetto Kumbé (Colômbia)
Diretamente de Bogotá, o trio traz o conceito do etnofuturismo. Com máscaras fluorescentes e um visual ritualístico, o grupo funde percussões afro-caribenhas com música eletrônica de ponta. Já passaram por gigantes como o festival de Glastonbury (Reino Unido) e agora prometem transformar a Alfândega em um grande ritual político e sonoro.
Um Festival que faz História
Desde sua fundação em 1995, o Rec-Beat tem sido um termômetro para a música independente no Brasil. O festival não apenas acompanhou as mudanças da cena local, mas também circulou por diversas capitais brasileiras e consolidou o Recife como uma plataforma para artistas da América Latina e da África.
“A edição histórica de 30 anos celebrará a trajetória do evento e sua vocação para a experimentação e o diálogo entre diferentes cenas e territórios”, afirma a produção do evento.
Serviço: Festival Rec-Beat 30 Anos
-
Data: 14 a 17 de fevereiro de 2026.
-
Horário: A partir das 19h.
-
Local: Cais da Alfândega, Bairro do Recife.
-
Entrada: Gratuita.
Imagens: Divulgação







